Operação autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes tinha como objetivo localizar armamentos, munições e documentos ligados ao acervo do ex-presidente
Ajude este portal a continuar existindo com apenas R$ 10
Rápido e sem burocracia
Contribua via Pix em segundos. Sem precisar de cartão ou criar contas longas.
Você decide como ajudar
Sugerimos R$ 10, mas qualquer valor voluntário mantém nosso jornalismo vivo.
Informação para todos
Seu apoio garante que nossas notícias continuem gratuitas e acessíveis.
+6.500 pessoas já apoiaram
Contribuição Segura via Pix
Escolha sua doação
Valor enviado será único.
Outros Valores +
R$
Com quanto você pode ajudar hoje?
Sua contribuição é usada para impulsionar notícias e manter a equipe de redação.
Selecione o país
Pix
RECOMENDADO
Cartão de Crédito
PayPal
1
Abra o app do seu banco ou carteira digital.
2
Escolha "Pagar via Pix" e escaneie:
—
Pague R$ 10,00 via Pix
Escaneie o QR Code ou copie a chave abaixo.
Aguardando confirmação
Complete o pagamento na janela aberta. Esta mensagem fechará automaticamente.
Recebemos seu pagamento!
Sua contribuição fortalece nosso trabalho e nos ajuda a manter a informação livre, ágil e acessível para todos.
Você quer se identificar ou doar anonimamente?
Caso você escolha se identificar, seus dados nos ajudam a saber quem realizou a doação e quem apoia esta causa.
Ambiente seguro e criptografado
A Polícia Federal realizou, na manhã desta quarta-feira (8), uma operação de busca e apreensão na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília. A medida foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito de uma apuração envolvendo armas registradas no nome do ex-presidente.
Segundo informações da defesa de Bolsonaro, os policiais permaneceram no imóvel por aproximadamente 45 minutos. O objetivo era localizar armas, munições, acessórios e documentos relacionados ao acervo particular do ex-presidente. Ao final da diligência, nenhum armamento teria sido encontrado ou apreendido no local.
A ação ocorreu após uma divergência envolvendo a localização de uma pistola Glock pertencente ao acervo de Bolsonaro.
Entenda a origem da investigação
O episódio começou em junho, quando uma pistola registrada no nome do ex-presidente foi apreendida pela Polícia Civil do Distrito Federal durante uma abordagem de trânsito.
A arma estava em posse de um integrante da equipe responsável pela segurança de Bolsonaro. O agente informou às autoridades que estava levando o equipamento para manutenção e que posteriormente faria a devolução ao proprietário.
A explicação foi apresentada pela defesa do ex-presidente ao Supremo Tribunal Federal.
Divergência no número de série levantou suspeita
O ponto que motivou novas verificações foi uma inconsistência na identificação da arma.
De acordo com informações apresentadas no processo, houve uma diferença entre o número registrado em documentos policiais e o número real do equipamento.
A defesa afirma que ocorreu apenas um erro de digitação no registro da ocorrência:
Ajude este portal a continuar existindo com apenas R$ 10
Rápido e sem burocracia
Contribua via Pix em segundos. Sem precisar de cartão ou criar contas longas.
Você decide como ajudar
Sugerimos R$ 10, mas qualquer valor voluntário mantém nosso jornalismo vivo.
Informação para todos
Seu apoio garante que nossas notícias continuem gratuitas e acessíveis.
+6.500 pessoas já apoiaram
• Número informado incorretamente: BOFW477
• Número correto da pistola: BDFW477
A diferença de uma letra teria feito com que os sistemas apontassem a possibilidade de existir outra arma registrada em nome de Bolsonaro sem localização confirmada.
Diante da divergência, o STF determinou a busca para verificar se havia algum armamento pendente de localização.
Defesa critica operação
Os advogados de Bolsonaro afirmaram que a situação já havia sido esclarecida nos autos antes da realização da busca e classificaram a medida como desnecessária.
A defesa sustenta que a arma apontada inicialmente como desaparecida era a mesma já recolhida durante a abordagem feita anteriormente pela Polícia Civil.
STF busca regularidade do acervo
A decisão teve como objetivo confirmar a situação do acervo bélico registrado em nome do ex-presidente e verificar eventual existência de armas ou documentos ainda não apresentados às autoridades.
Até o encerramento da diligência, segundo a defesa, não houve apreensão de novos itens na residência.
O caso segue sob análise do Supremo Tribunal Federal.