PF remarca depoimento de Vorcaro e investiga supostos “espiões” no Banco Central

Oitiva foi transferida para sexta-feira após falha técnica. PF apura se ex-servidores do BC repassaram informações ao Banco Master.

PF remarca depoimento de Vorcaro e investiga supostos “espiões” no Banco Central
Leia e depois continue
Total Colaboração R$ 10,00

Ajude este portal a continuar existindo com apenas R$ 10

Rápido e sem burocracia
Contribua via Pix em segundos. Sem precisar de cartão ou criar contas longas.
Você decide como ajudar
Sugerimos R$ 10, mas qualquer valor voluntário mantém nosso jornalismo vivo.
Informação para todos
Seu apoio garante que nossas notícias continuem gratuitas e acessíveis.
+6.500 pessoas já apoiaram
Contribuição Segura via Pix
Escolha sua doação
Valor enviado será único.
Outros Valores +

Com quanto você pode ajudar hoje?

Sua contribuição é usada para impulsionar notícias e manter a equipe de redação.

Você quer se identificar ou doar anonimamente?

Caso você escolha se identificar, seus dados nos ajudam a saber quem realizou a doação e quem apoia esta causa.

Ambiente seguro e criptografado
Contribuição segura Pix VISA
A Polícia Federal remarcou para sexta-feira (28) o depoimento de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. A oitiva estava prevista para acontecer nesta quinta-feira (27), por videoconferência, mas foi adiada após problemas técnicos de conexão.
O depoimento será concentrado na investigação sobre a possível atuação de ex-servidores do Banco Central em benefício do Banco Master. A PF apura se informações privilegiadas foram repassadas a Vorcaro durante o período em que a instituição financeira estava sob fiscalização.
Segundo a CNN Brasil, os investigadores utilizam o termo “espiões” para descrever a relação que Vorcaro teria mantido com integrantes da área de supervisão bancária.

Grupo de mensagens está sob investigação

A Polícia Federal teria encontrado no celular de Vorcaro um grupo de WhatsApp chamado “grupo Master”. As conversas reuniam o banqueiro e dois ex-servidores ligados à fiscalização do Banco Central: Belline Santana e Paulo Sérgio Neves de Souza.
Os investigadores suspeitam que o grupo tenha sido utilizado para o compartilhamento de informações internas e para orientar o Banco Master em assuntos relacionados à fiscalização da própria instituição.

Ajude este portal a continuar existindo com apenas R$ 10

Rápido e sem burocracia
Contribua via Pix em segundos. Sem precisar de cartão ou criar contas longas.
Você decide como ajudar
Sugerimos R$ 10, mas qualquer valor voluntário mantém nosso jornalismo vivo.
Informação para todos
Seu apoio garante que nossas notícias continuem gratuitas e acessíveis.
+6.500 pessoas já apoiaram
A investigação também apura se os ex-servidores receberam vantagens financeiras para atuar em favor do banco. As suspeitas ainda estão sendo apuradas e não representam condenação dos envolvidos.

Depoimento será limitado ao Banco Central

A defesa de Vorcaro informou que ele pretende responder às perguntas da Polícia Federal, mas deverá limitar suas declarações ao inquérito que investiga a relação do Banco Master com os ex-servidores do Banco Central.
A oitiva será o primeiro interrogatório de Vorcaro desde sua prisão preventiva, ocorrida em março, e acontece depois da rejeição de propostas anteriores de colaboração premiada pela PF e pela Procuradoria-Geral da República.
O depoimento estava programado para ser realizado a partir da unidade em que Vorcaro está preso, em Brasília. Segundo a defesa, não foi possível estabelecer uma conexão estável para que a audiência virtual acontecesse.
A PF espera que o banqueiro esclareça o funcionamento do grupo de mensagens, a origem das informações recebidas e a possível participação dos antigos servidores nas decisões tomadas pelo Banco Master.
As investigações continuam sob responsabilidade das autoridades competentes. Até o momento, não existe conclusão definitiva sobre a responsabilidade criminal dos citados.