O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) pediu o arquivamento da investigação sobre a morte do cão Orelha, após concluir que não há provas de que os adolescentes investigados tenham agredido o animal.
Segundo o MPSC:
A análise de quase 2 mil arquivos, incluindo vídeos, fotos e dados de celulares, apontou que os adolescentes e o cachorro não estavam no mesmo local no horário da suposta agressão.
Laudos periciais indicaram que Orelha apresentava uma grave infecção óssea (osteomielite) na mandíbula.
O exame não encontrou fraturas ou lesões compatíveis com espancamento.
A Promotoria concluiu que a morte do animal estaria relacionada a um quadro de saúde preexistente, e não a maus-tratos.
O pedido de arquivamento ainda será analisado pela Justiça, que decidirá se aceita ou não a manifestação do Ministério Público.
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Além disso, o MPSC informou que pretende apurar possíveis falhas na investigação inicial e a divulgação de informações falsas sobre o caso nas redes sociais.
Quem era Orelha?
Orelha era um cão comunitário muito conhecido na Praia Brava, no norte de Florianópolis. Ele vivia há cerca de 10 anos na região e era tratado com carinho pela comunidade. Os moradores o alimentavam, cuidavam da sua saúde, e ele era querido por moradores e turistas pelo seu jeito dócil e brincalhão.
Morto brutalmente
O animal inocente, comunitário, Orelha foi brutalmente assassinado, segundo relatos. Ele foi violentamente agredido por um grupo de adolescentes, sofrendo espancamento extremo. Orelha apresentava ferimentos gravíssimos, incluindo pregos cravados na cabeça e marcas evidentes de pauladas, o que evidencia a crueldade do ataque. Diante da gravidade das lesões, mesmo após ser socorrido e encaminhado a uma clínica veterinária, não houve possibilidade de salvá-lo, sendo necessária a realização de eutanásia para cessar seu sofrimento.
Este abaixo-assinado pede que os assassinos sejam punidos imediatamente. Maus-tratos contra animais no Brasil são crime!
Atualizações
Brunomarinz criou este abaixo-assinado
há 26 dias
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